quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Era Uma Vez, Um Rouxinol

(...) Um grande espinho, começou a entrar no peito do Rouxinol, quanto mais ele cantava, mais o espinho entrava em seu peito. O rouxinol não parou, continuou seu canto, pela felicidade de um amigo, um canto que simbolizava gratidão, amizade. Um canto de doação, mesmo que fosse da própria vida! (...)

  Cada um  o que tem no coração; Cada um recebe com o coração que têm!

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